Blogueira

•15 Julho, 2008 • Deixe um comentário

Eu sei, faz vidas que eu não escrevo aqui. Não que não tenha nada interessante a dizer, mas paciência me falta.
Eu queria ser uma louca como a Leandra Leal no novo filme dela, Nome Próprio. Ela é uma blogueira viciada em escrever. Também não sei até que ponto isso é bom…

“O importante é não fazer nada”

•11 Maio, 2008 • 1 Comentário

Voltando ao tema trabalho, li hoje na revista Superinteressante (edição 252, Maio) uma entrevista com o escritor britânico Tom Hodgkinson. Ele defende  que o empregado deve ser remunerado por produção, não por horas trabalhadas. A justificativa é ótima: você tem uma carga horária a cumprir diariamente, mas nem sempre precisa disso tudo. Você com certeza já se pegou pensando às 16hr que podia ir para casa, apesar de ter de trabalhar até às 18hr, porque simplesmente não tem mais o que fazer. Em certas empresas, é raro, eu sei. Mas acontece (experiência própria).

Outra coisa bastante interessante que ele diz, é que sentimos culpa pelo tempo extra, ou pelo tempo que deixamos de trabalhar. E o pior (algo que Tom também aponta) é o colega que faz cara feia porque você não foi trabalhar – aquele cara que cirei em outro texto, por exemplo. Ou que quer que você prove que vai tirar o dia para fazer algo importante (ódio, isso já aconteceu comigo).

Resumindo, adorei a entrevista com o cara, porque a vida nas empresas é assim mesmo. Somos obrigados a cumprir uma carga horária e, por mais que estejamos desocupados em uma fração desse período, devemos permanecer na empresa o tempo todo. Prefiria ir para casa aprender alguma coisa nova. Ou fazer um bolo.

Não quero que o trabalho seja central na minha vida. É difícil, mas é possível não dar tanta importância ao emprego. Será?

Chaleira

•7 Maio, 2008 • 1 Comentário

Como me irrita ser feita de idiota!!!! Às vezes, eu acho que as pessoas têm uma chaleira fervente na cabeça. E só isso. Vejo também que o líder que não ouve aqueles que a ele servem tende apenas a acumular ódio na equipe.
Sabe aquele cara que quer fazer as coisas para os chefes verem como ele é bom? E, no final, ele não é nada, absolutamente. E ele não entende! Digo porque trabalho com um desses. E, por mais que eu entoe mantras na minha cabeça, ele me tira do sério. Sinto que me desrespeita, que me usa. Um monte de gente sai ganhando, menos eu. E não adianta conversar, ele tem um comportamento viciado. Mesmo.
Vou dar uns socos na parede para ver se resolve.

Virada II

•29 Abril, 2008 • 1 Comentário

Mas não fiz só isso. Conheci várias pessoas legais, amigas do Ivan e amigas da minha irmã. Preciso conhecer gente nova de vez em quando. Tenho um problema sério com amizade e sinto que, a cada cara nova, há uma chance de um novo amigo. Eu sei, patético.
É a solidão pós-graduação.

Virada

•29 Abril, 2008 • 1 Comentário

Como não poderia deixar de ser, domingo fui na Virada Cultural para dizer que fui. Tá bem, não foi por isso que acordei cedo no domingo. Meu incentivo foi ver um show gratuito do Cachorro Grande. E lá fomos nós, debaixo de um sol ardente de meio-dia, besuntada de protetor solar, com óculos escuros e um lenço na cabeça (sim, à la muçulmana), para a Praça da República.
Valeu a pena cada gota de suor que derramei. A banda gaúcha é realmente boa e o som é muito mais rock and roll ao vivo.
Para fechar, eles tocaram My Generation, do The Who. Não podia ter sido melhor. Na verdade, poderia. Se o Alexandre estivesse comigo…

Cansada e feliz

•15 Abril, 2008 • 1 Comentário

Neste domingo, dia 13, assisti ao segundo melhor show de minha vida!
OK, sem tietagem.
Fui no Espaço Lux, em São Bernardo do Campo ver a banda holandesa de metal Within Temptation. Eu já havia os visto na Alemanha, em um festival gótico. Mas não podia perder a chance de vê-los em um show aqui, é claro.
Esperei 3 horas de pé até entrar (!!!). A fila dava volta pelo quarteirão, mas o problema nem foi esse. A organização do evento deixou muito a desejar, pois, lá dentro, descobri que a apresentação da banda de abertura, os cariocas do Hydria, já tinham se apresentado 1 hora antes de eu conseguir entrar no lugar!
Apesar disso, o show valeu cada centavo que paguei e cada minuto que esperei. Foram quase 2 horas maravilhosas.
A front woman da banda é a bela e talentosa (OK, não tenho moral para dizer nada sobre ela) Sharon del Adel. Ela se divertia com os balões que o público encheu e ficou jogando para cima. Presença de palco: nota 10.
De resto, apesar de o lugar ser muito pequeno (a metade do Credicard Hall), a produção do show foi bem bacana, com imagens e clipes passando na tela no fundo do palco.
Resumindo: me matei nesse show.
E ainda peguei o set list…

Assombrações

•8 Abril, 2008 • Deixe um comentário

Está sem idéia para aparecer na TV e ganhar dinheiro? Que tal inventar um reality show?
Bom, coloque um grupo de atores (des)conhecidos em qualquer buraco e diga para eles que o lugar é assombrado. Pronto, você acabou de inventar “Celebridades do Além”, o novo RS do canal pago VH1.
O programa é exatamente isso. Não se sabe ao certo se o lugar de fato é assombrado – mas quem se importa? A experiência de ver pessoas relativamente públicas em situações extremas já vale a pena. Eu acredito no sobrenatural, mas também acredito que as pessoas podem ser facilmente influenciáveis. Esse programa é prova disso e já vi milhares de documentários ótimos sobre fantasmas que também admitem tal fato. Você vê que a reação entre crentes e descrentes não é muito diferente.
Por mais cético que você seja, pense em um filme de terror ou suspense que tivesse uma cena que lhe tirou o fôlego. Pense nas variáveis: música, iluminação da cena, seu próprio background sobre o assunto. Isso é o que faz um bom filme de terror: te envolver. E é o que se vê em “Celebridades do Além”. Um lugar desconhecido, uma história assustadora, escuridão, silêncio e solidão.
OK, ando meio estraga-prazer.

Domingo gelado

•2 Abril, 2008 • 1 Comentário

No domingo fui no Espaço Unibanco ver um filme. Enrolando na Frei Caneca até dar o horário, descobri a nova sorveteria ”Frei gelatto”. É bem pequena, mas muito 
arrumadinha. O sorvete é artesanal e maravilhoso. Foi o melhor sorvete de cereja que tomei na minha vida. Sabe quando você come algo e tudo à volta pára? Os sons cessam, os movimentos se detêm, tudo se passa em câmera lenta.
Apesar de não terem me causado o mesmo efeito, indico também o de abacaxi com vinho e o de papaia com cassis. E o melhor de tudo: apesar de os sorvetes serem ótimos, o preço é bem acessível (leia-se barato).
Indicadíssimo.

Onde: Frei gelatto
R. Frei Caneca, 852.

Séria

•2 Abril, 2008 • 1 Comentário

Você tem o problema de toda vez que quer falar sério sobe à superfície uma risada para acabar com tudo? Às vezes eu sinto isso. É incontrolável. Quando ligo o botão ”fique séria” no meu cérebro perturbado, parece que o 
“dê risada” é ativado automaticamente.
Digo isso porque a minha chefe é uma japonesa um pouco difícil de lidar. Quando ela sorri, tenho a impressão que ela está pensando “essa daí está tentando me enganar”. Tento ficar séria. Tenho conseguido mais. Mas nem sempre.
Perseguição? Apenas os culpados se sentem perseguidos.

Perdida

•24 Fevereiro, 2008 • 1 Comentário

É incrível como a gente se acostuma à correria do cotidiano e, quando tem um tempo ocioso e livre, bate um desespero.

Já arrumei o banheiro, as minhas bolsas, uma parte do armário, tomei café, li o jornal, li um pouco de revista, limpei o quintal, dei aqueles ossinhos de couro para as minhas duas cachorras, coloquei o jornal de ontem pra fora, arrumei a sala, escovei os dentes, fiz uma máscara de pepino, guardei minhas roupas que estavam jogadas na cadeira,assisti um pouco de TV. Ufa. E ainda estou com aquela sensação esquisita de tempo perdido.
Acho que o que piora a situação é o fato de eu não ter dormido muito bem.
E hoje ainda tem show do Deep Purple à noite